30 junho 2005

Diário 15

Não foras tu
E o poema
Morreria aqui.
Sem sequer saber
Que a vida
São versos sem rima
E desabraços
Estranhamente felizes!

As diferenças

entre o masculino e o feminino, por Bruno Bozzeto.
Vale a pena ver.

http://www.bozzetto.com/flash/fem_male.htm

Sim, porque se não houvesse diferenças, e que diferenças!, era bem pior que ser daltónico.

Fique bem, eu vou-me à pesca que se faz tarde!

Faça o mesmo...

Vá treinando, para se habituar à ideia...

...de que, por este andar, pode ver a reforma por um canudo !

À memória de Emídio Guerreiro

Aos 105 anos, Emídio Guerreiro partiu.
Aqui fica uma pequenina homenagem à sua grandeza como combatente pela liberdade.

http://www.bozzetto.com/freedom.htm

28 junho 2005

Estou cansado de ver sempre o mesmo filme

Medina Carreira deixou esta noite um recado no Prós & Contras: O Governo deve preocupar-se com aqueles que diariamente perdem o ganha-pão e não com a contestação de rua daqueles que querem manter privilégios.

Estou de acordo. Mas se é só isso, vou-me à pesca que se faz tarde. Por exemplo:

  • Quer ou não o Governo recuperar as dívidas fiscais e à Segurança Social que dariam para "tapar" o défice e criar um superavit orçamental?
  • Quer ou não o Governo pôr aqueles que não pagam impostos (empresas, sobretudo) a pagá-los?
  • Quer ou não o Governo atacar o escândalo das prescrições fiscais?
  • Quer ou não o Governo atacar a ineficiência e o desperdício da máquina do Estado?
  • Quer ou não o Governo apertar as malhas da lei por onde foge o peixe graúdo, a coberto daquilo a que eufemisticamente se chama planeamento fiscal, logo legal?
  • Sabe o Governo para que servem as freguesias?
  • Sabe o Governo para que servem muitos concelhos deste país?

Neste pequeno elenco de exemplos são milhares de milhões de Euros em receita não cobrada e em despesa que é desperdício. O resto é retórica e engodo para pesca ao voto.

27 junho 2005

O que se passa na TSF

passa-se aqui. O impagável Tony, em Os Cromos da Semana.

A propósito da posta

"Metafísica e a crença no choque tecnológico", publicada no Diário da República, e que é uma transcrição de parte do artigo do filósofo José Gil, A “morte” de Sócrates, in Courrier Internacional n.º 12, só me apetece dizer que estou farto de filósofos até aos cabelos.
Mas o que é que esse senhor veio dizer de novo, que nós não soubéssemos já?

José Gil é a prova provada do país que temos. Simplesmente, dispensável.

Que saudades de Agostinho da Silva!

Diário 14

Procuro as palavras
Do puzzle
Que fazem o poema
que trago dentro de mim
Ao ritmo
Das sílabas
Do teu olhar.

A "revolução " de Sócrates

O Antes...


A Promessa do Agora...




O Depois...

Só Deus sabe, se é que sabe! "O Mundo dá muitas voltas", lá diz o povo.

Como vamos na matemática?

Leia com atenção o enunciado e não se precipite.
Se tiver problemas, peça a ajuda duma loura.

Uma mãe é 21 anos mais velha que o filho.
Daqui a seis anos o filho terá uma idade 5 vezes menor que a da mãe.

Pergunta: Onde está o pai?

26 junho 2005

Post com endereço

Biólogo não come, degusta.
Biólogo não cheira, olfata.
Biólogo não toca, tateia.
Biólogo não tem depressão, tem disfunção no hipotálamo.
Biólogo não admira a natureza, analisa o ecossistema.
Biólogo não elogia, descreve processos.
Biólogo não tem reflexos, tem mensagem neurotransmitida involuntária.
Biólogo não facilita discussões, catalisa substratos.
Biólogo não admite algo sem resposta, diz que é hereditário.
Biólogo não fala, coordena vibrações nas cordas vocais.
Biólogo não chora, produz secreções lacrimais.
Biólogo não espera retorno de chamadas, espera feedbacks.
Biólogo não se apaixona, sofre reacções químicas.
Biólogo não perde energia, gasta ATP.
Biólogo não faz mudanças, processa evoluções.
Biólogo não falece, tem morte histológica.
Biólogo não se desprende do espírito, transforma a sua energia.
Biólogo não deixa filhos, apresenta sucesso reprodutivo.
Biólogo não deixa herança, deixa pool gênico.
Biólogo não tem inventário, tem hereditário.
Biólogo não deixa herdeiros ricos, pois o seu valor é por peso vivo.

Os meus agradecimentos à minha amiga Eliane Evanovich, se me estás a ler.

22 junho 2005

Já está nas bancas

o "Lavadouro Público". Mais um título dado à estampa e que "O Senhor dos Anzóis" saúda.
Os portugueses gostam de lavar roupa suja em público. Está na massa do sangue lusitano.
Faço votos para que venda bem.

Tás à espera

que eu te vá buscar para dançar!

Jardins às moscas

Com o aumento da idade de reforma dos portugueses, os nossos jardins públicos irão apresentar o aspecto que a nossa foto documenta. Uma pena!
Ainda me lembro dos jardins com passarinhos a chilrear, patos e cisnes nos lagos e reformados a jogar à bisca lambida! Vamos ter saudades!



Entretanto, o governo acha que não. A ideia é a de rejuvenescer os frequentadores dos jardins, criando lugares para jovens à procura do 1º emprego.

E eu a julgar que o objectivo era outro!

21 junho 2005

Apesar da canícula que por aí vai

os nossos deputados continuam a dar no duro e a democracia nunca os homenageou.
Se não acredita veja a sobrecarregada agenda que têm para hoje. [Click aqui].
Será que ainda haverá algum português que lhes inveje o lugar? Não pooosssssssso acreditar!

A moda parece que pegou

O que parecia um domingo bem passado à fresca, num dos jardins de Lisboa, tornou-se num verdadeiro pesadelo para centenas de alfacinhas.
Foi mais um arrastão, e desta vez nem a roupa escapou, deixando o pessoal ao jeito do tempo dos governos de Barroso e Santana Lopes: em pêlo!



A postura das vítimas não tem nada a ver com o ritual muçulmano da oração, mas apenas com a preocupação natural dos portugueses de esconderem "as vergonhas" em público, como, aliás, bem se compreende. É que não faltam os oportunistas de momento sempre prontos a encher o olho.

17 junho 2005

A Verdadeira "estória" de Carcavelos

Afinal tudo não passou de um logro para desviar atenções e exarcebar o medo que a insegurança provoca. Uma farsa aproveitada pelos e com a conivência dos mídia.

O Senhor dos Anzóis está em condições de confirmar a verdadeira estória.
Foram contratados uns instrutores brasileiros e com mão-de-obra delinquente[de todas as raças, incluindo brancos caucasianos] dos guetos suburbanos lisboetas, foi feito um "simulacro" dos famosos arrastões brasileiros. Isto para avisar todos aqueles que teimam em passar férias no Brasil e, principalmente, para os desincentivar a sair, mostrando-lhes o que os espera em Terras de Santa Cruz.

Esta é uma das aplicações do neuromarketing na promoção do turismo interno e concebida no ICEP e Instituto de Turismo de Portugal.

Só falta acusarem-me de estar por trás de um tal plano! O mérito é todo deste Governo. E como diz a sabedoria popular, "irmãos, irmãos, negócios à parte". Não posso estar mais de acordo.

14 junho 2005

Em 75

o povo gritava: Força, força Companheiro Vasco, nós seremos a muralha d' aço! [Em homenagem ao proletariado da Siderurgia e Indústria Pesada].

Se fosse hoje, seria, como não podia deixar de ser: Força, força Companheiro Vascão, nós seremos a muralha de betão!
[Em homenagem aos empreitas].

A Citroen

está a fazer publicidade a um modelo seu que vem equipado com um sistema capaz de "ler" as bandas sonoras das estradas. Óptimo. A música é celestial: trum, trum, trum, trum,........., trum, trum......., TRUM.

Como é de esperar, as outras marcas rapidamente vão também equipar os seus modelos com "leitores" idênticos. É a vantagem da concorrência.

Ao que sei, o Ministério das Obras Públicas, através do Instituto de Estradas de Portugal, vai encomendar várias bandas sonoras ao Maestro António Vitorino de Almeida para instalar em Auto-estradas, SCUT's, IP's e IC's, conforme se pague ou não portagens.

Antecipando a festa que aí vem, o maestro trabalha já numa maquete de opereta que terá por título "Pagas e não Bufas". A originalidade é que esta peça terá uma forte componente de interactividade com os automobilistas, apelando à participação das buzinas.

Espera-se a estreia para depois das Autárquicas numa SCUT perto de si!

13 junho 2005

Alerta amarelo

É preciso acautelar a sucessão e o nome de família do Fedorento.
Que tal uma Gata Fedorenta a ver se pega?
Um Fedorentozinho vinha mesmo a calhar. A ver se renova o odor.
É que já se nota falta de cio.

Tibete


Onde o manso tempo
Descansa a alma
E as asas translúcidas
Do silêncio
Beliscam os dias
Da monja
Com improvisos
De palavras à cintura.

A Perigosa IP4

Ao que consta por aí à boca pequena, os técnicos que projectaram a fatídica IP4 inspiraram-se no modelo abaixo.
Os resultados, infelizmente, estão aí para o provar.

12 junho 2005

Haverá justa causa para despedimento?


Eh pá, chego a casa e dou com a sopeira numa cena destas.
Agora estou com um trilema danado: Não sei se faça vista grossa, não sei se a despeça, não sei se adopte a melhor solução.
Vamos lá ver! Fazer vista grossa até posso fazer.
Resolvo o trilema, mas fico com o dilema: Ou a despeço, ou adopto a melhor solução.
Eu já estou inclinado...

11 junho 2005

Tou sim, peça que nós transmitimos!

Tou? Fala a TeKas da Cova da Moura.
Ok, Tekas, é um prazer rever-te. Que tal vai o clima por aí?
Desinteressante. A ramona acalmou, tás a ver.
Óptimo. Então e hoje, que vais querer ouvir?
Sei lá, posso dedicar o disco?
Claro, querida. Então, quem vai ser a felizarda?
Qual felizarda? Posso dedicá-la ao meu chulo?
A quem quiseres. Por algum motivo especial?
Ya, meu. Faz 5 meses que ando a atacar para ele.
Bom motivo, Tekas. Que vai ser?
Olha, tive a pensar, talvez o Conjunto de António Mafra.
É pra já. Xauuuu!

Pró chulo da Tekas da Cova da Moura aqui vai Sete e Pico [
Play].

E vamos continuar!
Tou sim, peça que nós transmitimos.
Oláááááááá!
Olá, deixe-me adivinhar? Querida, não distorça a voz, você é a Cucas da Triana.
Malandro, nem disfarçada escapo.
Podia lá ser, Cuquinhas! Nem debaixo d' água. Imagino que queres ouvir qualquer coisa dos anos 60 / 70. Um slow de 15 minutos.
Não me fales de slows! Ainda tremo toda.
Pois sou eu a dedicar-te o disco. Qualquer coisa que te recorde os bailes de domingo à tarde nas Cantarinhas da Triana. Pode ser?
Rendo-me. O que queiras, ammore mio.
Talvez aquela em que adormecemos os dois e acordamos molhados com o suor.
Que horror! Lembras-te de cada coisa?!
Bom, não digo mais nada. Ou digo. Agora só te ponho o disco, mas não danço o slow contigo. Também tenho direito a dar as minhas tampas, ou não?
Olha, vai-te f****!
Vou, claro. Mas desta vez, dispenso-te. Para a Cuquinhas aqui fica o slow da vida dela [Play]

E assim chegámos ao fim de mais uma emissão de discos pedidos, aqui na sua 69FM! Despedimo-nos com a "number 1" do Top 69 [Play], especialmente dedicada às minhas fãs incondicionais, a Faty do Barredo, a Milú do Alandroal, a Bi do Intendente, a Pipi do Cerco do Porto, a Cócó da Ribeira e a Laura do Azerbeijão.

Ando a remexer os arquivos

para reler coisas de outros tempos.
Tou farto de tanta produção em massa de títulos que se vendem nos hipers como se fossem rolos de papel higiénico.
Já tenho em mãos o Alberto Pimenta para desopilar!

Não nego

que já passei pelo blog do Júlio Machado Vaz. Não digo o nome porque não faço publicidade de borla. É só isso. Não, não é por inveja. Sou assim mesmo.

Bom, sempre as tretas do costume. Só falta passar a consultório sentimental.
Isto da psiquiatria está na moda e umas lérias bem alinhadas sobre comportamentos que se sacam duns sítios escondidos, dão uma autoridade indiscutível.

Pelo número de comentários, já vi que o sítio é muito frequentado. Apenas isso.
Porque quanto à substância já deu para ver que a "clientela" do Júlio, até o descobrir, pensava que era "o Sol que girava à volta da terra".


E prontos, sobre este estamos aviados.

Uma história de encantar

Li algures num dos sítios da Blogosfera que frequento, alguém dizer que, há 6 anos, ele e a sua mão direita estão apaixonados. Não me admira nada porque as paixões não se explicam e duram o tempo que duram enquanto funcionam.
Imagino a mão direita sempre disponível, sem aquelas queixas do costume: "Já é tarde, fica pr' amanhã", ou então "Dói-me a cabeça", ou ainda "Estou esgotada e amanhã tenho de me levantar cedo", ou ainda bem pior "Se continuas a forçar vou apresentar queixa por violação"......

Por mim, só posso desejar ao "casal" as maiores felicidades e quando um partir o outro parta também. Imaginem só se ele fica maneta! Será que face à lei será considerado "viúvo"?

09 junho 2005

Aníbal de Orações

aqui fica uma que um amigo meu me enviou. Pode ser que seja útil e dê resultado.

ORAÇÃO ÁRABE
Que as pulgas de mil cães infestem o meio das pernas da pessoa que estragar o MEU dia e que os braços dessa pessoa sejam curtos demais para se coçar...
Amén!!!


Pelo sim, pelo não, convém recitá-la ao pequeno-almoço contra: patrões, chefes, sogras, melgas, tótós, bétinhos e exemplares afins.

Diário 12


Há no teu rosto
O (en)canto secreto
Do poema sem fim
À procura das palavras
Certas
Que te despem
O olhar
Na volúpia
De uma carícia.

08 junho 2005

Em Braga, Aníbal de trutas nada!

Já não ia a Braga, há mais ou menos, 25 anos. Fui no domingo, já não me lembro em qual. É que tenho tanta coisa em que pensar que ninguém faz a mais pequena ideia. Nem o Governo!
A catraiada tinha acabado de se levantar e eu e a minha sócia decidimos, Eh pá!, em vez de vestirmos o fato de treino e irmos ao hiper comprar línguas de bacalhau para fazer uma salada de anzóis, vamos mas é até Braga. Comer um bacalhau à Narcisa! E assim foi.
O Opel Kadett 1200 tinha ido à revisão, o leitor de CD's estava por estrear, afinal tínhamos o último trabalho do Jaimão pra ouvir e o depósito estava atestado. A bem dizer, o que são 255 Km pela A8, depois pela A1 e finalmente pela A3? Nada!
Havia ainda algum gravetame que tinha sobrado das prestações mensais [do carro, da casa clandestina que temos na Ria Formosa, da máquina de lavar louça e da roupa, do Fundo de Desemprego que tinha recebido a mais, não por minha culpa mas da Segurança Social, do secador de cabelo, da sanita do quarto de banho, do ordenado da sopeira, da casota do cão, e...parece que não falta mais nada; se faltar o credor que se acuse!], afinal o défice e a dívida são do Estado, toca mas é ir laurear a pevide qu'este mundo são dois dias, contando os sábados, domingos e feriados.
Quando chegamos a Braga, fomos logo aconchegar o estômago.
Eu já estava quase passado com os putos a jogar à bola no banco trazeiro e a minha Bina a moer-me a moina por causa do ar condicionado do Kadett não funcionar. Vamos lá ver, ela tinha razão, mas como podia eu conferir o que tinha sido feito na revisão se não quis factura? Sempre poupei o IVA e isso é que ela não percebe. Mas prontos.
Como eu ia dizendo lá fomos ao bacalhau, que por sinal estava bom, comemos três rodadas e até não foi caro. Também não fomos para um vinho de marca! Eu tinha a certeza que o da casa era feito a martelo e servia bem para acompanhar as espinhas e os rabos do fiel amigo. Os putos beberam água del cano, que tem muita fama em Braga. Paguei a dolorosa e saímos.
Depois foi a volta dos tristes: Bom Jesus, Sameiro e Falperra. Tava tudo no mesmo sítio e muito verde. O betão até que nem vi grande coisa!
E como não podia deixar de ser, fomos ao novo Estádio de Braga.
Bela peça! Visitas guiadas para o turistame interno e às 4 horas assistimos, da tribuna VIP, a um jogo transmitido no écran gigante do estádio para, ao que me disseram, poupar a relva.
Ficámos também a saber que é o maior écran de Portugal. Eu confesso que nunca tinha visto nada assim. Só estou habitado ao ecran de 46 cm da televisão da cozinha.
A partir dali, lá continuámos a passeata. Aonde vamos ou não vamos, lá me decidi. Como pescador militante, convenci a Bina e os putos a irmos até ao Rio Este lá prás bandas da Rodovia. Preparei a cana telescópica, último grito comprado às prestações, e lancei-me na pescaria. A Bina ficou a fazer crochet no Kadett e os putos foram dar uns pontapés na bola.
Eh pá, esperei, esperei, esperei, e não picava nada. Pensei que era por ser domingo. Mas não. Então dei por mim a pensar o que era feito das trutas que o Mesquita Machado tinha anunciado ou prometido aos bracarenses. Para que fique claro, a mim não prometeu nada. Adiante.
Ainda pus a hipótese de elas [trutas] terem horas para passar naquele sítio, ou então que tivessem ido almoçar ao viveiro da Caniçada e ainda não tivessem voltado. Qual quê, Tone?
É certo que havia malta que passava por ali e ficava a olhar para mim. Bom, pensei que me conheciam da televisão quando fui ao Preço Certo a ver se abichava o prémio para mobilar a minha casa na Ria Formosa. Mas não!
A certa altura, um senhor bem educado, e com postura de político da oposição, abeirou-se de mim, meteu paleio, blá-blá, para cima e para baixo, até que me disse que era o Presidente da Junta daquele sítio. Lá me apresentei também, disse-lhe que era da Magoita do Ribatejo e estava ali por paixão à pesca da truta, que tinha licença, trréu-péu-péu, trutas nem vê-las...e que tinha lido uma notícia nos jornais em que o Presidente da Câmara [já sabem da promessa, não é verdade?].....tenho de abreviar que se faz noite!
O homem desata à gargalhada, fininha e comedida. Confesso que nunca vi ninguém a rir-se assim, mas, paciência!, pensei que era jeito próprio da idiossincrasia do povo da região.
Finalmente, a verdade lá veio à tona da água. Aquela que mais me custou a ouvir.
"Não há trutas, meu amigo! Foi só mais uma promessa do Mesquita", disse-me o dito senhor, de sua graça Firmino, e Presidente da Junta. Por ele, já lá estavam. Nem que fossem de plástico!, rematou convencido.
Aí pirei de vez! Berrei à Bina, meti os putos no Kadett e prometi que só voltava a Braga daqui por 25 anos. Pode ser que as trutas já tenham nascido. Pelo sim, pelo não, como pescador e homem de fé, lá deixei uma velinha acesa à Senhora do Sameiro! Pode ser que o milagre aconteça!

À Superior Consideração do Exmo. Senhor Presidente da Câmara de Braga.
O prometido é devido e não de vidro!

Vamos muito mal Aníbal

dos Indicadores de Exclusão. É preocupante, sim senhor.

Um estudo que encomendei à ONG "S.O.S. Exclusão Por Partes", revela que pela 1ª vez a exclusão não atinge somente as partes de baixo.
O fenómeno estendeu-se já às partes de cima e parece ser estrutural. O que me preocupa.
Aquela organização ilustra as suas conclusões, referindo nomeadamente os casos de Isaltino de Morais, Major Valentim, Fátima Felgueiras, Narciso Miranda, Manuel Seabra, Santana Lopes e outras partes de cima que seria fastidioso referenciar, dado que não fazem a abertura dos Telejornais.


À Consideração Superior de Sua Excelência o Ministro do Trabalho e da Segurança Social.

Então, até logo! Vou-me, que tenho a catraiada a berrar pelo almoço.

Por favor, dêem-me uma ajudinha...


Onde está o deputado(a) que me representa?
Por acaso não é aquele senhor de chapéu, ou a senhora grávida?

Olha a Ana Drago lá ao fundo! Desde que disse que "o sexo só é porco, se não tomarmos banho", eh pá, fiquei fã dela. Só é pena que tenha pouco osso, prontos!

Vá lá, ajudem-me a encontrar o meu deputado ou a minha deputada.
Prá próxima dou-lhe uma esmolinha! Carago, eu disse esmolinha?!
Esmolinha não, carago. O voto.

Até que Aníbal de Maratonas, a coisa até vai...


Podem-me dizer em que lugar vai o Sócrates?

Sei lá, digo eu que...


Ou não será, Senhor Director do "Expresso"?

Ora Vossa Excelência pensa e diz que "... o trabalho não é uma coisa má mas uma coisa boa", desfazendo-se em exemplos para apoiar a sua espúria* tese. E dando largas ao seu jeito de padreco de paróquia, aponta o dedo a parte da esquerda "que considera que o trabalho é uma coisa má", além dos outros [ou seja, a maioria do maralhal] que pensam que "quanto mais depressa uma pessoa se livrar dele [trabalho] e se reformar, melhor".

Quer a minha opinião, Senhor JAS? Aqui jaz a dita, com a sua benevolente permissão. Só um pequeno {} e já lá vamos. Eu acho, mas acho mesmo, que Vossa Excelência está a passar por um período de "embolia" intelectual, o que não deixa de ser preocupante Aníbal de saúde pública. Diz também o meu achómetro que Vossa Excelência terá tido dificuldades no exame final do antigo 5º ano do Liceu e que o impacto de longo prazo é o que se vê. Mas adiante que se faz tarde e tenho de ir deitar a catraiada.

No que a mim me toca, tenho uma opinião formada: Livrar-me do trabalho sim, reformar-me não.
Sabe, eu sou daqueles que acreditam que há mais vida [e que vida!] para além do trabalho.
Acha que penso mal? Vossa Excelência melhor julgará!
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* Esta do adjectivo "espúrio(a)", aprendi com o Zé Magalhães, o que já foi deputado e agora é ajudante de ministro, isto sem ofensa! Se alguém ofendeu, foi, um belo dia, o Senhor Aníbal de Boliqueime. Não, não é esse que tem a casa de alterne ao Km 73 da 125.

06 junho 2005

Aníbal

de Presidenciais, nada de novo. Está tudo à defesa. O tabu continua, a bem da democracia.
Eu até acho que Aníbal de eleições, com tanta poupança, a coisa devia ficar por aqui.

Se ela o diz...


"Eu conheço as pessoas de Felgueiras, são os maiores nabos que eu conheço no mundo". Citada n' "O independente".

Ó Fatinha, a querida conhece todos os nabos do mundo? É obra, sim senhor!
Só estranho é que tenha descoberto agora e não quando lhe deram o voto.
Mais vale tarde do que nunca, lá diz o nabo do povão.

Agora sempre vai! É a descer...


"Desta vez não são os mesmos a pagar".

BRAVO! Assim tou mais descansado! Não sendo os mesmos, devem ser os dos Rendimento Mínimo, os arrumadores, os falidos, a banca, os evasores ficais...and so on.
Agora acredito qu'isto endireite!

Sinal de Perigo!


Este é mais um sinal de perigo para homens (nem todos, claro!) e para algumas mulheres (nem todas, claro!), segundo o novo Código da Estrada.

04 junho 2005

O melhor da semana!

De pequenino se torce o pepino, diz o povo na sua popular sabedoria.
O puto tem mesmo jeito. [Play]

Agarra que é ladrão

Aqui está uma solução eficaz para os assaltos a bancos.
Não basta um bom alarme! É preciso algo mais...o essencial.
Veja o vídeo de demonstração. [Play].

03 junho 2005

02 junho 2005

Fair Play

Sou Dragão, mas confesso que tenho de me render à evidência.
Este ano não calhou e o título está bem entregue às emblemáticas camisolas vermelhas!
Parabéns ao glorioso sucessor do FCP.
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns, LIVERPOOL!

01 junho 2005

O Pai do "Monstro"

Até que enfim!
Ficámos agora a saber pelo Dr. Miguel Cadilhe que o pai do célebre "monstro" é, nem mais nem menos, que Aníbal Cavaco Silva. Quem melhor que o paizinho para falar do filhinho, como este tão sabiamente o fez e faz?
Confesso que andava angustiado com a ideia do "monstro" ser filho de pai incógnito.
Haja Deus!

Protestemos!!!

Protesta alegremente, cantando.
Vamos fazer um grande coro humano do Minho ao Algarve.
Dia 5 às 19 horas. Faz ouvir o grande sucesso musical de momento.
Podes começar a ensaiar. [Play]

Querias?!!!


E eu que quando fosse grande queria ser comó Socrates!

Emblemático!