As "tiradas" da Quinzena:
António Borges, reputado economista, cavaquista: "Ou as pessoas apertam o cinto e trabalham por menos dinheiro, ou as empresas vão à falência e o desemprego aumenta".
Por acaso, só por acaso, é que este senhor não é Prémio Nobel da Economia.
"O IRC devia ser de 0% para estimular o investimento". Filipe de Botton, empresário, cavaquista.
Por acaso não passa pela cabeça deste senhor ficar com o IRS dos trabalhadores para que a estimulação do investimento seja ainda maior?
"O povo português era audaz e deixou de o ser". Belmiro de Azevedo, empresário, cavaquista.
Que sorte que tens, ó Miro! Vê lá se a audácia se virava para os hiper's.
Cinha Jardim, figura do jet-set doméstico, cavaquista: "Sei lidar com leões como ninguém. Tenho uma relação privilegiada para os conseguir domar".
Grande artista de circo esta tia! É das poucas domadoras que o faz na horizontal. E já agora, terá sido esta a "deixa" para que alguém se lembrasse de propor a legalização da prostituição? Pois eu não sei!
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