10 novembro 2015

| Biografia |

Tenho recebido resmas de e-mails perguntando quem é o Bino. Se é solteiro, casado, viúvo ou divorciado, se tem bens ao luar, se é preto, branco ou mestiço, republicano ou monárquico, liberal ou socialista, etc., etc., etc..
Pois chegou a hora de "desmascarar" o meu amigo Bino, um amigo de infância, um amigo para a vida.
Pois o Bino é, nem mais nem menos, o Prof. Doutor Albino Rafael de São Gabriel Menezes de Sá e Mello. Doutorado em Nanocordoaria Sistémica, nascido e criado no Barredo (Porto), homem que se fez à vida e, sem bilhete, conseguiu "meter-se" no elevador social e chegar onde chegou. 
Alma de tripeiro, portista retinto e empedernido, passa os dias no Douro, às horas do crepúsculo, a ver as taínhas a dançar "slow".
Lê o JN e o Jogo. Gosta de sandes de pernil acompanhadas por um tinto (reserva) do Douro e continua a frequentar o "Piolho", apesar de lhe faltarem os amigos das tertúlias de outros tempos.
O "Condomínio" é e será sempre o primeiro e último refúgio. Nos "entretantos" é visita de casa da D. Mimi, por quem tem uma amizade incondicional. À boleia, lá vai espreitando pelo canto do olho a Ulma, a governanta sueca da D. Mimi, a inspiradora dos volumosos bustos que pacientemente esculpe no areal da Foz, enquanto "queima" o tédio que lhe provoca a espera dos amigos dos "futebóis" do domingo de manhã. 
Um dos seus piores defeitos, segundo a sua amiga secreta, é não tirar o palito do canto da boca, mesmo nos momentos mais íntimos. Imagino o mau jeito, mas paciência.
O Bino vai de férias para Moledo. Quando regressar, espero que acrescente mais umas linhas à sua biografia.
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