27 agosto 2010

Mamar limonada.

Esta menina distribui limonada na praia. Ao que consta, o negócio vai de vento em popa. Não faltam clientes que queiram mamar.
Já sei que as críticas já estão a caminho: falta de higiene, limonada quente, etc. e tal. Tá bem...

26 agosto 2010

Pois é uma chatice

Um nosso leitor colocou-nos uma questão curiosa: "Estou de férias e de vez em quando o trabalho vem-me à cabeça. Não acho normal. Que devo fazer?".
Caríssimo: Não tem muito a fazer. Mas um pequeno exercício pode ajudar. Olhe para o céu e pergunte: "Que mal terei eu feito ao diabo para que uma coisa destas me aconteça?". Repita-o pelo menos 19 vezes. Se cumprir à risca a receita verá, o meu amigo, que no final das férias já estará a pensar nas próximas, malgré a crise.

24 agosto 2010

O "playboy" da família Tomé Feteira

O assassínio da D. Rosalina, a fiel secretária do sr. Lúcio Tomé Feteira, que também já "bateu a bota", deu-nos a conhecer algumas curiosidades sobre a vida dos manos do falecido Sr. Lúcio. Entre eles, temos o Albano, que era cá uma "peça" de se lhe tirar o chapéu. Para ele a minha admiração.
Ora o Albaninho, segundo rezam as crónicas, pouco percebendo de limas, o produto-estrela da indústria dos Feteira, tinha por função vigiar os trabalhadores e fazê-los trabalhar. Mas não só. Ora diz um idóneo testemunho que o Albano, de alcunha "o perfumado", tinha cá uma inclinação para as mulheres que em muito superava as suas competências de gestor. Nisto era uma nulidade. Segundo se dizia, o Albaninho "era um romântico. Era às mulheres que ele dedicava a maior parte do seu tempo. Principalmente às dos outros [seria para não gastar as dele? - pergunto eu]. Montou casa a algumas solteiras [que sorte a delas!] e a sua predilecção eram as viúvas [tá bem, as coitadas precisavam de um ombro amigo que...]. Mas do que gostava mesmo era das casadas", como contou ao jornal Público um antigo operário.
Eis o brilhante curriculo de Albano Tomé Feteira, irmão do Lúcio Tomé Feteira que tinha por secretária a D. Rosalina que, infelizmente, é agora notícia. [ler +]
O Albaninho é o 5º a contar da esquerda. Está meio escondido. Pudera!

23 agosto 2010

Uma noiva e pêras

Acabadinha de dar o nó. Uma beleza comovente.
O copo d'água foi numa dessas quintas onde havia naturalmente uma pocilga.

18 agosto 2010

Onde é que Larissa Riquelme "aconchega" o telemóvel?

Vá lá responder ao desafio.
Será aqui?

Ou será aqui?
Ora a modelo paraguaia não é tão exibicionista quanto desejariam alguns machos. Na falta de uma bolsinha, Riquelme aconchega-o onde dá jeito.
O meu amigo Bino diz que a "brasa" tem o vibrador activo. Vá lá saber-se porquê!

12 agosto 2010

A verdadeira história da moda das calças descaídas

Esta moda, importada com anos de atraso, nasceu nas prisões dos EUA e não abona nada a favor de quem a pratica.
Os reclusos que estavam receptivos a relações homosexuais tiveram de inventar um sinal que passasse despercebido aos guardas prisionais para não sofrerem as consequências.
Por isso, quem usasse as calças descaídas por baixo do rabo estava a pedi-las, ou seja, a mostrar que estava receptivo a ter sexo anal com outros homens.
Como diz o meu amigo Bino, esta canalha nem as pensa!

A verdadeira Volta a Portugal


O meu amigo Bino não pára. Já tem lugar cativo no carro de apoio.

04 agosto 2010

Queda? Um trambulhão!

Um casal de amantes caíu duma janela de 5 m de altura enquanto faziam sexo e foram parar ao hospital, onde estava o marido da mulher a recuperar duma queda.
A mulher, e segundo a notícia, disse às autoridades que não estavam a fazer sexo, mas somente a brincar.
- Pois, pois, a brincar com as partes marotas - diz a Bininha, a porteira cá do condomínio.

É preguiça e não só

Em vez de ler o livro, optei por convidar O Amante de Lady Chatterley para tomar um copo comigo e para me contar a história na 1ª pessoa. Espero vir a saber pormenores que o autor do livro nem sequer imaginou que aconteceram. Tou farto daquela gente que acha que sabe tudo sobre a vida dos outros.
Irra!!!

Boa tarde

Uma postagem com um pensamento profundo: O trabalho dá cabo da gente.